Turismo náutico em Florianópolis: a incompetência continua…

Enquanto Balneário Camboriú retrata um exemplo de potencial turístico, Florianópolis continua a "ver navios"...

A chegada, ontem,  do primeiro navio de cruzeiro a Balneário Camboriú ainda movimenta a cidade  e, especialmente, todo o trade turístico. O navio, de altura equivalente a um prédio de 23 andares, parou no Atracadouro Barra Sul, de onde desembarcaram cerca de 2.500 pessoas. Elas aproveitaram as nove horas em que o cruzeiro permaneceu ancorado na costa de Balneário Camboriú para conhecer a cidade e região.O MSC Preziosa tem 330 metros de comprimento e 68 de largura. O navio saiu de Santos (SP) na segunda-feira (03) e passou também por Búzios (RJ), levando a bordo 1.500 tripulantes e 3.808 passageiros. O transatlântico foi o primeiro de muitos que a cidade espera receber.

O prefeito Fabrício Oliveira considerou o evento como “histórico para Balneário Camboriú. Estamos recebendo o primeiro navio cruzeiro, de centenas que virão. A vinda desses cruzeiros vai fomentar a gastronomia, o comércio, o turismo e aquilo que Balneário Camboriú tem de melhor, que é saber receber as pessoas”.  A abertura de mais um polo turístico no balneário contou  com a participação do empresário Júlio Tedesco que investiu dez milhões de reais na construção do píer numa parceria com o município. Não foi a primeira vez que Tedesco investiu no fortalecimento do turismo da cidade. É, de sua empresa, a viabilização, também em Balneário Camboriu,  de  uma das maiores marinas construídas em polos náuticos do Brasil.

E FLORIANÓPOLIS?: “CONTINUA A VER NAVIOS”..SÓ….

Enquanto Balneário Camboriú e outras cidades litorâneas, como Porto Belo e Itajai, desenvolvem um turismo de qualidade e de atração mundial, Florianópolis, continua sendo a “capital do zero”ou “aqui??? Nada, não e tá acabado”. Um exemplo da hora: nas “gavetas”da Câmara Municipal de Florianópolis, desde a administração do ex-prefeito Cesar Souza Junior, continuam  estocadas”propostas para a construção de uma marina na beira-mar norte. O maior “esculacho” é que o projeto não anda e, pior: nenhum vereador teve a coragem de declarar publicamente por quê  o projeto continua engavetado ou por quê é contra.

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