ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA VAI GERAR ENERGIA SOLAR E REUTILIZAR ÁGUA DA CHUVA

Com o processo ecológico a Assembléia vai economizar mais de R$ 100 mil mensais

Pelo lado da economia de recursos e de respeito ao meio ambiente, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina vai reaproveitar a água da chuva e gerar energia solar para consumo de suas duas sedes. No caso do consumo de água, por exemplo, a última fatura mensal da Assembleia ficou em aproximadamente R$ 22 mil. Já com energia elétrica o gasto é, em média, de R$ 80 mil mensais.

As medidas foram anunciadas pelo presidente do Parlamento Estadual, deputado Julio Garcia (PSD), e contam com a aprovação da Mesa responsável pelos trabalhos da Casa.

“Os órgãos públicos têm que dar exemplo”, afirma Julio Garcia. “Com essas medidas, vamos atuar em duas vertentes. A primeira é a da economia. No momento em que estamos vivendo, é obrigação de todos os gestores públicos economizar. A segunda é a ecológica. Vamos reaproveitar água da chuva, sem usar a água tratada, e usar energia solar, que é muito mais adequada ao meio ambiente.”

A Direção-Geral da Assembleia já deu início aos estudos para a implantação dos sistemas de reaproveitamento da água pluvial e de geração de energia solar. Para isso, conforme o diretor-geral, Neroci da Silva Raupp, serão aproveitados dois projetos que já estão em andamento.

O primeiro trata da recuperação da cobertura do Palácio Barriga Verde, sede da Assembleia Legislativa. O objetivo é ocupar os 5 mil metros quadrados de laje para instalar os painéis fotovoltaicos que captam a luz solar e a transformam em energia elétrica. A expectativa é que a eletricidade produzida seja suficiente para a demanda do Palácio Barriga Verde e da unidade administrativa “Deputado Aldo Schneider”.

O segundo projeto se refere à substituição da rede hidráulica do Palácio Barriga Verde, que é a mesma desde 1970, quando o prédio foi inaugurado. Além de troca do encanamento, serão realizados estudos para a implantação de um sistema que capte e reutilize a água da chuva. O objetivo é usá-la para os vasos sanitários e lavação da frota do Parlamento e irrigação de canteiros.

O investimento nos sistemas de uso da água da chuva e de geração de energia solar, bem como a economia que será feita aos cofres públicos com essas iniciativas, só será conhecido após a conclusão dos estudos para a implantação dos dois sistemas

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