DEPOIS DE “BATE-VOLTA”, GOVERNO VAI DEFINIR NOVA POLÍTICA TRIBUTÁRIA PARA BARES E RESTAURANTES

Diz um ditado popular que diz: “há males que vem prô bem”. Pois então, essa equação se encaixa primorosamente num revés ocorrido na semana passada e com desdobramentos na segunda-feira.

Na quinta, o secretário da Fazenda Paulo Elí soltou os cachorros nos donos de bares e restaurantes sob a pecha de sonegadores. No mesmo dia, como resposta, a CDL de Florianópolis não deixou por menos, classificando o secretário da Fazenda como contumaz em desclassificar uma classe que paga impostos, gera empregos e renda.

Nesta segunda-feira, em nota, o secretário Paulo Elí reconheceu o erro, se retratou e pediu desculpas pelas afirmações da quinta feira.

E hoje, o fato novo:
Sob determinação do governador Carlos Moisés, foi formado um grupo de trabalho com representantes de bares e restaurantes e técnicos do Governo para avançar na discussão sobre a tributação do segmento, assim como a formalização dos estabelecimentos e o uso de nota fiscal eletrônica para o consumidor final.

Foi estabelecido ainda que serão priorizados interesses em comum para definir uma política tributária que considere a importância de bares e restaurantes para o turismo catarinense e o estímulo à formalização para evitar a concorrência desleal com a sonegação de impostos.

“Nosso entendimento é de que o tributo não deve ser mais alto, mas deve ser recolhido por todos. Assim o Estado pode atender às demandas da população, sem castigar o empreendedor com alta carga tributária. É injusto que um proprietário de comércio recolha seus tributos corretamente e o seu vizinho do lado não o faça”, afirmou o governador Carlos Moisés. “Uma certeza que os empreendedores podem ter é que somos um Governo que busca fazer o seu dever de casa, eliminando desperdícios, revisando contratos e tratando a todos com isonomia”, acrescentou.

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