AUTO PISTA LITORAL: ATRASO NAS OBRAS DO CONTORNO VIÁRIO CAUSA PREJUÍZOS DE R$ 1,8 MILHÕES/DIA À ECONOMIA DE SC

A Federação das Indústrias, apresentou ao Ministério Público Federal, um levantamento técnico sobre os prejuízos que os constantes atrasos pela Auto Pista Litoral  nas obras do Contorno Viário da Grande Florianópolis vêm causando à economia catarinense.

Segundo o documento apresentado pela Federação, do ponto de vista econômico, os cálculos apontam um prejuízo para a indústria de R$ 0,14 para cada real faturado. Se for considerada a estimativa de que um caminhão parado por uma hora representa um custo de R$ 100 e que o contorno desviaria 18 mil caminhões por dia do atual trajeto da BR 101, o ganho de uma hora no trânsito para cada veículo equivaleria a uma economia total de R$ 1,8 milhão por dia.

Além disso, o estudo aponta que 90% das emergências hospitalares são geradas por acidentes de trânsito. O custo desses acidentes, segundo o levantamento da Fiesc para o período de 2005 a 2015, foi de R$ 21,5 bilhões.

A Fiesc manifestou que sua principal preocupação é com a celeridade na conclusão das obras, o que vem ao encontro da posição do MPF, que reafirmou que também busca a entrega do contorno à população. Para o MPF, basta que a Autopista realmente se comprometa com o cronograma que será apresentado no dia 25 do mês que vem e que concorde com uma punição em caso de descumprimento do acordo.

A Auto Pista Litoral, por causa dos atrasos, já responde à uma Ação Civil Pública movida pela Prefeitura de Palhoça.
A situação da mobilidade urbana na BR-101, trecho entre Palhoça e São José, que o prefeito Camilo Martins decretou situação de emergência na cidade

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