FLORIANÓPOLIS VIVE MAIS UM CAPÍTULO DA EQUAÇÃO “AQUI… NÃO PODE NADA”

Decididamente, parece que Florianópolis, ainda tem que permanecer de “costas para o mar” ou, sendo a Capital do “ aqui, não pode nada”.

Sem generalizar ou particularizar nos fatos que vamos narrar, mas o progresso da cidade parece que é, como em tantas outras iniciativas, sejam públicas ou privadas, “triturada” pelo ecochatismo.

Em dezembro de 2018, quando o prefeito Gean Loureiro anunciou o projeto de alargamento da faixa de areia da praia de Canasvieiras, o município, com antecedência e antes de lançar a licitação da obra, recebeu do IMA, Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina todas as licenças ambientais que analisaram, dentre outros estudos, o local da jazida de onde seria retirada a areia para engordamento da praia. No mesmo período, o projeto foi lançado em Canasvieiras, discutido com a população e a classe empresarial que aprovaram a determinação da prefeitura.

A prefeitura, então lançou o edital e a empresa que venceu a licitação, iniciou os trabalhos de preparação da infraestrutura. E, agora na semana passada, a draga começou definitivamente os serviços de remoção de areia da jazida submarina localizada a 1,4 km da praia.

CONTRAPONTO SEM CONHECIMENTO

Mas, esta semana, dois professores da UFSC lançaram uma carta aberta à população “alertando” sobre riscos em decorrência das dragagens para engordamento da praia”, afirmando ainda que “a sociedade civil e as instituições não tiveram conhecimento se todos os requisitos ambientais foram atendidos para garantir um processo de segurança”.

Ora, o projeto vem sendo discutido com a comunidade desde dezembro de 2018 e, antes de lançar o edital, a prefeitura requereu as licenças ambientais junto ao IMA. E..os dois pesquisadores que agora, tentam colocar riscos no projeto, não tinham conhecimento das tratativas da prefeitura com o IMA, comunidade, empresários.

Parece que, Florianópolis, como sempre, não pode nada. Deixaram de lado todo esse tempo de debates e esperaram o início das obras para contestações? O próprio IMA declarou hoje que só concede licenças ambientais depois de um rigoroso exame técnico de todos os projetos que tramitam no órgão.

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